(AFA - 2014) Um pequeno objeto plano e luminoso pode ser utilizado em três arranjos ópticos distintos (I, II e III), imersos em ar, como apresentado na figura abaixo.
No arranjo I, o objeto é colocado sobre um plano onde se apoiam dois espelhos planos ortogonais entre si. Nos arranjos II e III, respectivamente, o objeto é disposto de forma perpendicular ao eixo óptico de um espelho esférico côncavo gaussiano e de uma lente convergente delgada. Dessa maneira, o plano do objeto se encontra paralelo aos planos focais desses dois dispositivos. Considere que as distâncias do objeto ao vértice do espelho esférico e ao centro óptico da lente sejam maiores do que as distâncias focais do espelho côncavo e da lente.
Nessas condições, das imagens abaixo, a que não pode ser conjugada por nenhum dos três arranjos ópticos é
Gabarito:
No caso do espelho plano, estando a 45° em relação ao chão, o que é horizontal, na imagem se torna vertical e o que está na vertical na imagem se torna horizontal, que é o caso do figura I.
O espelho esférico e a lente esférica, quando eles invertem, mudam tanto a vertical quanto na horizontal, ou seja invertem dos dois lados. No caso das figuras II e III, a parte escura do círculo que está lá em cima, gera um reflexo em baixo e a parte escura do círculo que está na direita, gera um reflexo no lado esquerdo.
Teríamos que ter algo mais ou menos assim:

Nesse caso, a figura que não tem como aparecer é a da alternativa D.
Resolução dos oficiais da resolução:


penas a imagem dada na letra D não pode ser conjugada por nenhum dos três arranjos ópticos.