(Ita 1997) Um antigo vaso chinês está a uma distância d da extremidade de um forro sobre uma mesa. Essa extremidade, por sua vez, se encontra a uma distância D de uma das bordas da mesa, como mostrado na figura. Inicialmente tudo está em repouso. Você apostou que consegue puxar o forro com uma aceleração constante a (veja figura), de tal forma que o vaso não caia da mesa. Considere que ambos os coeficientes de atrito, estático e cinético, entre o vaso e o forro tenham o valor e que o vaso pare no momento que toca na mesa. Você ganhará a aposta se a magnitude da aceleração estiver dentro da faixa:
Gabarito:
Vamos calcular a mínima aceleração necessária para que o vaso não caia da mesa.
A extremidade A do forro percorrerá uma distância D com uma aceleração constante a.
O vaso não pode cair da mesa, então a distância máxima percorrida por ele será e sua aceleração é dada por:

Equações horárias do vaso e do forro:
(I)
(II)
Substituindo a equação I em II: