(ENEM PPL - 2013)

Nas últimas décadas, a ruptura, o efêmero, o descartável incorporam-se cada vez mais ao fazer artístico, em consonância com a pós-modernidade. No detalhe da obra Bastidores, percebe-se a
utilização de objetos do cotidiano como tecido, bastidores, agulha, linha e fotocópia, que tornam a obra de abrangência regional.
ruptura com meios e suportes tradicionais por utilizar objetos do cotidiano, dando-lhes novo sentido condizente.
apropriação de materiais e objetos do cotidiano, que conferem à obra um resultado inacabado.
apropriação de objetos de uso cotidiano das mulheres, o que confere à obra um caráter feminista.
aplicação de materiais populares, o que a caracteriza como obra de arte utilitária.
Gabarito:
ruptura com meios e suportes tradicionais por utilizar objetos do cotidiano, dando-lhes novo sentido condizente.
A) INCORRETA: realmente utilizam-se objetos do cotidiano, mas isso não faz a obra ser regional, mas sim de caráter cotidiano.
B) CORRETA: o que vemos na arte é que, de fato, os meios corriqueiros de se fazer essas artes (pintura, quadro, parede) foram rejeitados para pensar em uma nova forma de transmitir essa arte.
C) INCORRETA: usam-se sim objetos do cotidiano, mas em nenhum momento parece que a obra está inacabada.
D) INCORRETA: mesmo que comumente esses materiais sejam associados às mulheres, não se vê um caráter feminista na obra apresentada.
E) INCORRETA: os materiais são de fato populares, mas isso não faz com que seja uma arte utilitária, mas sim contemplativa.