(UFU - 2021 - 1ª FASE) Em uma sala de aula, dois alunos, Carlos e Júlia, têm reclamado que não enxergam bem o que o professor escreve no quadro devido a problemas de visão que possuem. Carlos mudou-se da frente para o fundo da sala e sentiu uma melhora ao olhar para o quadro, e Júlia, que se sentava no fundo, veio para mais perto do quadro e também relatou que passou a enxergá-lo melhor. Para que possam se sentar em qualquer local da sala e enxergar perfeitamente o quadro, eles foram ao oftalmologista que sugeriu que passassem a usar óculos com lentes apropriadas a cada caso.
Considerando-se que tais alterações são advindas da forma como a imagem é formada no globo ocular de Carlos e Júlia, qual a situação que cada estudante deve ter, dentre os esquemas de globos indicados a seguir, e que lentes devem compor seus óculos?

Carlos – globo B, corrigido com lentes cilíndricas. Júlia – globo A, corrigido com lentes divergentes.
Carlos – globo C, corrigido com lentes convergentes. Júlia – globo A, corrigido com lentes divergentes.
Carlos – globo C, corrigido com lentes convergentes. Júlia – globo B, corrigido com lentes cilíndricas.
Carlos – globo A, corrigido com lentes cilíndricas. Júlia – globo C, corrigido com lentes convergentes.
Gabarito:
Carlos – globo C, corrigido com lentes convergentes. Júlia – globo A, corrigido com lentes divergentes.
Carlos tem problema para ver objetos de perto, portanto possui hipermetropia, isto é, uma divergência excessiva dos raios luminosos, na qual a imagem se forma após a retina. Nesse contexto, lentes convergentes podem corrigir o problema.
Analogamente, Júlia possui dificuldade em enxergar objetos distantes (possui miopia) e o problema pode ser resolvido com lentes divergentes, pois possui uma convergência excessiva dos raios luminosos, formando imagens antes da retina.