(ENEM - 2010)
As diferentes esferas sociais de uso da língua obrigam o falante a adaptá-la às variadas situações de comunicação.
Uma das marcas linguísticas que configuram a linguagem oral informal usada entre avô e neto neste texto é
a opção pelo emprego da forma verbal “era” em lugar de “foi”.
a ausência de artigo antes da palavra “árvore”.
o emprego da redução “tá” em lugar da forma verbal “está”.
o uso da contração “desse” em lugar da expressão “de esse”.
a utilização do pronome “que” em início de frase exclamativa.
Gabarito:
o emprego da redução “tá” em lugar da forma verbal “está”.
[C]
Na opção [A], o pretérito imperfeito reproduz um passado ainda presente no momento da enunciação, em [B], o substantivo está sendo usado de uma forma genérica, o que torna pertinente a ausência do artigo. Em [D], acontece a aglutinação da preposição com o pronome demonstrativo e em [E], o pronome enfatiza a emoção do enunciador. Assim, a única opção que apresenta linguagem oral informal é [C], pois é comum a redução das palavras no cotidiano do falar brasileiro, usando “tá” em vez de “está”.