(UNIFESP 2002) De forma geral, a água do mar exerce uma alta pressão osmótica sobre os organismos (cerca de 12atm) e a água doce exerce praticamente nenhuma. Os fluidos do corpo dos vertebrados exercem uma pressão osmótica de 30 a 40% daquela da água do mar, ocupando, portanto, uma posição intermediária. Considerando essas informações, em termos osmóticos, a tendência é:
| Peixes ósseos marinhos | Peixes ósseos de água doce |
| ganhar soluto e água | perder solutos e água |
| Peixes ósseos marinhos | Peixes ósseos de água doce |
| ganhar soluto e perder água | ganhar soluto e perder água |
| Peixes ósseos marinhos | Peixes ósseos de água doce |
| ganhar soluto e perder água | perder soluto e ganhar água |
| Peixes ósseos marinhos | Peixes ósseos de água doce |
| perder soluto e ganhar água | perder soluto e água |
| Peixes ósseos marinhos | Peixes ósseos de água doce |
| perder soluto e ganhar água | ganhar soluto e perder água |
Gabarito:
| Peixes ósseos marinhos | Peixes ósseos de água doce |
| ganhar soluto e perder água | perder soluto e ganhar água |
Como o enunciado pede a tendência da osmose, consideramos o que aconteceria sem as devidas regulações fisiológicas que os peixes exercem. Uum peixe ósseo em ambiente marinho tem a tendencia de perder água (meio hipertônico) e ganhar soluto, enquanto os peixes ósseos de água doce teriam a tendência de ganhar água (meio hipotônico) e perder soluto. Gabarito C.