(UNESP - 2022 - 1ª fase - DIA 1)
Para obtenção de plantas transgênicas em laboratório, um dos vetores utilizados é um plasmídeo, chamado Ti, presente na bactéria do solo Agrobacterium tumefaciens. Os pesquisadores inserem nesse plasmídeo um segmento de DNA de uma espécie que tem o gene de interesse (DNA exógeno), e utilizam esse plasmídeo como vetor para inserir o gene de interesse no genoma da espécie vegetal que se deseja modificar. Esse processo, de forma simplificada, está representado a seguir.

Na figura, as etapas em que ocorrem a indução da diferenciação celular, a aplicação das enzimas de restrição e a recombinação entre o gene de interesse e o DNA vegetal estão indicadas, respectivamente, pelos números
3, 2 e 1.
3, 1 e 2.
1, 3 e 2.
2, 1 e 3
1, 2 e 3
Gabarito:
3, 1 e 2.
(B) Correta. Na etapa 1, as enzimas de restrição devem ser inseridas para cortar o plasmídeo nas regiões específicas de inserção do gene de interesse. Na etapa 2, o gene de interesse inserido no vetor plasmidial é adicionado à célula vegetal para que, formando então o genoma transgênico. Na etapa 3, a diferenciação celular da célula vegetal transgênica é estimulada para que seja formado um indivíduo vegetal transgênico completo.