(UFU - 2012) Acreditamos que a escravidão é um pecado - onde quer que seja, sempre um pecado - pecado em si, pecado na natureza que a cria. Pecado porque ela converte pessoas em coisas, faz dos homens propriedade, mercantilizando a imagem de Deus. Em outras palavras, porque a escravidão detém e usa os homens como meros meios para concretizar seus fins, aniquilando a distinção sagrada e eterna entre a pessoa e a coisa - uma distinção proclamada como axioma de toda consciência humana - uma distinção criada por Deus...
Declaration of Sentiment, in The Liberator, voI 5, n. 20. Boston, USA. maio 16, 1835. (adaptado)
O texto acima, veiculado no jornal The Liberator, traz um argumento antiescravista da primeira metade do século XIX que representa
a presença da religião na política estadunidense, que se pretende virtuosa.
o crescimento do movimento antiescravista que se propagava no sul do país.
a defesa do abolicionismo no período posterior à Guerra de Secessão.
o consenso nacional a respeito do atraso econômico imposto pela escravidão.
Gabarito:
a presença da religião na política estadunidense, que se pretende virtuosa.
a) a presença da religião na política estadunidense, que se pretende virtuosa.
Correta. Observe que o texto faz várias referências a Deus junto com o argumento antiescravista.
b) o crescimento do movimento antiescravista que se propagava no sul do país.
Incorreto. O sul desejava a manutenção da escravidão.
c) a defesa do abolicionismo no período posterior à Guerra de Secessão.
Incorreto. A abolição da escravidão ocorreu em 1865, junto com o fim da Guerra de Secessão.
d) o consenso nacional a respeito do atraso econômico imposto pela escravidão.
Incorreto. Não havia esse consenso, uma vez que o sul desejava a manutenção da escravidão.