(Uerj 2016) No fim da década de 1960, sob a justificativa de evitar a internacionalização da Amazônia, os governos militares distribuíram terras e subsídios a quem se dispusesse a se embrenhar na floresta. Atualmente, 36% do gado bovino e 5% das plantações de soja do país encontram-se na região amazônica. Investir ali é um ótimo negócio. As terras custam até um décimo do valor no Sudeste.
Adaptado de planetasustentavel.abril.com.br.
Recentemente, a ocupação econômica da Amazônia vem passando por várias alterações, como a expansão do agronegócio, citada no texto.
Um efeito negativo e outro positivo, ocasionados por essa expansão, estão respectivamente identificados em:
desmatamento – geração de empregos
assoreamento de rios – modernização de ferrovias
destruição da fauna – renovação das fontes de energia
poluição ambiental – redistribuição da propriedade fundiária
Gabarito:
desmatamento – geração de empregos
[A]
A partir da ditadura militar aconteceram incentivos para a colonização e desenvolvimento de atividades econômicas na Amazônia (SUDAM, SUFRAMA e Banco da Amazônia: incentivos fiscais e financiamento de empreendimentos). A região atraiu imigrantes de outras regiões e houve avanço da pecuária bovina, agricultura, mineração, exploração de madeira, indústria e obras de infraestrutura como rodovias e hidrelétricas. Porém, o impacto ambiental foi a aceleração do desmatamento da floresta. Todavia, houve a geração de empregos na região. Na atualidade, o desafio é equilibrar desenvolvimento com conservação ambiental.