(Uefs 2017) Foi através do DIP que a propaganda política [Estado Novo] ganhou uniformidade. Esse departamento analisava, orientava e supervisionava toda e qualquer propaganda veiculada através dos meios públicos e privado. Para facilitar a assimilação das propagandas do governo, utilizava-se uma linguagem ufanista, doutrinária, que tentava controlar as declarações deturpadas em relação à imagem de Vargas. (MEZZOMO. 2016).
O controle da informação e o uso da propaganda, registrados no texto, aproximam, nesse sentido, a ditadura do Estado Novo
da liberdade de imprensa verificada em países democráticos, como os Estados Unidos e a Inglaterra.
de governos totalitários, tanto de direita quanto de esquerda, a exemplo da Alemanha nazista, da Rússia stalinista e da Coreia do Norte.
da imprensa livre brasileira na época dos governos militares, que dominaram o país durante o movimento tenentista.
do governo cubano de orientação socialista, que garantia ampla liberdade de circulação de seus cidadãos dentro e fora do país.
da França atual, onde a ação da imprensa tem atraído a fúria dos movimentos terroristas de origem islâmica.
Gabarito:
de governos totalitários, tanto de direita quanto de esquerda, a exemplo da Alemanha nazista, da Rússia stalinista e da Coreia do Norte.
[B]
Somente a alternativa [B] está correta. Em 1937, Vargas implantou uma ditadura no Brasil denominada “Estado Novo”, que vigorou até outubro de 1945. Visando censurar a imprensa, a as artes em geral, o pensamento e formar uma ideia que Vargas era o “pai dos pobres”, o governo criou a DIP, Departamento de Imprensa e Propaganda, que, de certa forma, era semelhante aos regimes totalitários de direita e esquerda como Nazismo, Fascismo, Stalinismo e ditaduras como da Coreia do Norte, entre outras. Vale lembrar que na atualidade, a Coreia do Norte ainda mantém estas estratégias de censura e controle.