(PUC/RS - 2016) A economia dos Estados Unidos, favorecida pelas condições internacionais do pós-Primeira Guerra, conheceu um período de forte expansão e euforia nos anos 1920. Todavia, ao final dessa década, o país seria um dos principais focos da crise mundial de 1929 e da Grande Depressão internacional dos anos 1930. Um dos motivos dessa reversão de expectativas foi
falência das principais medidas estabilizadoras do New Deal.
a política antitruste determinada pela Sociedade das Nações.
a perda de mercados devido à descolonização afro-asiática.
o efeito do protecionismo europeu sobre a produção norte-americana de grãos.
o crescimento da dívida norte-americana com as principais potências europeias.
Gabarito:
o efeito do protecionismo europeu sobre a produção norte-americana de grãos.
a) falência das principais medidas estabilizadoras do New Deal.
Incorreto. O New Deal foi a solução para a crise de 1929.
b) a política antitruste determinada pela Sociedade das Nações.
Incorreto. A Sociedade das Nações não aplica esta política.
c) a perda de mercados devido à descolonização afro-asiática.
Incorreto. A descolonização afro-asiática é posterior, é no pós Guerra Fria.
d) o efeito do protecionismo europeu sobre a produção norte-americana de grãos.
Correta. A questão aponta para o período conhecido como “Entre Guerras”, em especial as causas que engendraram a grande crise de 1929. A economia estadunidense foi a grande beneficiária do pós-Primeira Guerra. Os EUA ocuparam um vazio deixado pelas potências europeias agora em crise. O otimismo tomou conta da nação norte-americana que impôs ao mundo o “american way of life”, ou seja, a ideologia do consumo. Apoiados no Liberalismo de Say, os Estados Unidos aumentaram intensamente a produção enquanto o continente europeu adotou o protecionismo econômico para amenizar os efeitos da crise. Desta forma, ocorreu um desequilíbrio entre produção e consumo gerando a queda da bolsa de valores de Nova York, a quebra da economia estadunidense e de todo o mundo capitalista.
e) o crescimento da dívida norte-americana com as principais potências europeias.
Incorreto. Os EUA foi um credor da Europa, não devia a esta e sim emprestava crédito.