(FUVEST - 2020) Dois eventos marcaram a diplomacia brasileira em relação ao Oriente Médio no início de 2019. Um deles foi o voto contra a resolução da ONU que pedia a desocupação militar das Colinas de Golã e sua devolução à Síria. Outro evento foi o anúncio de transferência da embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém, mesmo não tendo sido levada adiante até setembro de 2019. Em relação a esses eventos, é correto afirmar que eles representam
I – uma aproximação do Brasil em relação à posição dos EUA.
II – um potencial distanciamento do Brasil em relação à posição da maioria dos países do Conselho de Segurança da ONU.
I – um distanciamento do Brasil em relação à posição da Palestina e uma aproximação em relação ao conjunto de países árabes.
II – uma potencial aproximação do Brasil em relação à posição da maioria dos países do Conselho de Segurança da ONU.
I – um distanciamento do Brasil em relação à posição de Israel e uma aproximação em relação aos palestinos.
II – um potencial distanciamento do Brasil em relação à posição da maioria dos países do Conselho de Segurança da ONU.
I – um distanciamento do Brasil em relação à posição dos EUA.
II – uma potencial aproximação do Brasil em relação à posição da maioria dos países do Conselho de Segurança da ONU.
I – uma aproximação do Brasil em relação à posição da Síria.
II – um potencial distanciamento do Brasil em relação à posição da maioria dos países do Conselho de Segurança da ONU
Gabarito:
I – uma aproximação do Brasil em relação à posição dos EUA.
II – um potencial distanciamento do Brasil em relação à posição da maioria dos países do Conselho de Segurança da ONU.
O posicionamento da diplomacia brasileira contrária à desocupação israelense das Colinas de Golã e a manifestação da pretensão de transferir a embaixada do País para Jerusalém, em um tácito reconhecimento da cidade como a capital de Israel, além de promoverem uma aproximação entre Brasília e Tel Aviv, mostraram o alinhamento da política externa brasileira com a estadunidense, aproximando o Brasil de Washington e aumentando a distância do País em relação aos países árabes e à maioria dos membros do CSONU.
CORRETA A