(ENEM PPL - 2022)
Estudos apontam que o meteorito que atingiu o céu da Rússia em fevereiro de 2013 liberou uma energia equivalente a 500 quilotoneladas de TNT (trinitrotolueno), cerca de 30 vezes mais forte que a bomba atômica lançada pelos Estados Unidos em Hiroshima, no Japão, em 1945. Os cálculos estimam que o meteorito estava a 19 quilômetros por segundo no momento em que atingiu a atmosfera e que seu brilho era 30 vezes mais intenso do que o brilho do Sol.
A energia liberada pelo meteorito ao entrar na atmosfera terrestre é proveniente, principalmente,
da queima de combustíveis contidos no meteorito.
de reações nucleares semelhantes às que ocorrem no Sol.
da energia cinética associada à grande velocidade do meteorito.
de reações semelhantes às que ocorrem em explosões nucleares.
da queima da grande quantidade de trinitrotolueno presente no meteorito.
Gabarito:
da energia cinética associada à grande velocidade do meteorito.
Conforme mencionado no enunciado, o meteorito estava se movendo a uma velocidade estimada de 19 quilômetros por segundo. Essa velocidade extremamente alta resulta em uma quantidade significativa de energia cinética, que é a energia associada ao movimento de um objeto. Quando o meteorito colide com a atmosfera terrestre, a energia cinética é convertida em outras formas de energia, como energia térmica e luminosa. A rápida desaceleração do meteorito devido à resistência do ar faz com que a energia cinética seja transformada principalmente em energia térmica, causando o intenso aquecimento do meteorito e liberando calor na atmosfera. Além disso, parte da energia cinética é convertida em energia luminosa, produzindo o brilho intenso do meteorito durante sua passagem pela atmosfera. Essa energia luminosa é emitida na forma de luz visível.
Gabarito: C