(ENEM PPL - 2019)
As algas são uma opção sustentável na produção de biocombustível, pois possuem estrutura simples e se reproduzem mais rapidamente que os vegetais, além da grande capacidade de absorverem dióxido de carbono. Esses organismos não são constituídos por tecidos heterogêneos, entretanto, assim como os vegetais, possuem parede celular.
Algas podem substituir metade do petróleo e inaugurar química verde (Agência Fapesp, 16/08/2010). Disponível em: www.inovacaotecnologica.com.br. Acesso em: 1 ago. 2012 (adaptado).
Para obtenção de biocombustível a partir de algas e vegetais, é necessário utilizar no processo a enzima
amilase.
maltase.
celulase.
fosfatase.
quitinase.
Gabarito:
celulase.
a) Incorreta. Amilase é uma enzima que degrada o amido, sendo que sua utilização não é necessária no processo, visto que as próprias leveduras participantes do processo produzem enzimas amilases.
b) Incorreta. Maltase é uma enzima que quebra a maltose, o açúcar presente em cereais, que fazem parte do arcabouço de enzimas presentes em leveduras, e, assim, não são necessárias no processo.
c) Correta. As algas possuem celulose na constituição de sua parede celular. Para utilização dessas algas como biocombustíveis é preciso quebrar essa parede celular. A enzima responsável por quebrar a celulose é a celulase.
d) Incorreta. As fosfatases são enzimas que retiram grupo fosfato de moléculas, o que não é necessário no processo de fermentação utilizado na produção de biocombustíveis.
e) Incorreta. As plantas e algas não possuem quitina, logo, sua degradação não é necessária no processo de produção de biocombustíveis.