(ENEM/PPL - 2018)
O ponto de partida para o nascimento de uma cozinha brasileira foi o livro de receitas Cozinheiro Imperial, de 1840. Estimulava a nobreza e os ricos a acrescentarem ingredientes e pratos locais em suas festas. A princesa Isabel comemorou as bodas de prata com um banquete no qual foram servidos bolo de mandioca e canja à brasileira.
RIBEIRO, M. Fome imperial: Dom Pedro II não era um gourmet, mas ajudou a dar forma à gastronomia brasileira. Aventuras na História, mar. 2014 (adaptado).
O uso da culinária popular brasileira, no contexto apresentado, colaborou para
enfraquecer as elites agrárias.
romper os laços coloniais.
reforçar a religião católica.
construir a identidade nacional.
humanizar o regime escravocrata.
Gabarito:
construir a identidade nacional.
a) enfraquecer as elites agrárias.
Incorreto. Essa questão não tem relação a culinária com as elites agrárias.
b) romper os laços coloniais.
Incorreto. Os laços coloniais não têm porque ser rompido ao apreciar a culinária.
c) reforçar a religião católica.
Incorreto. No texto não tem nenhum indicativo da culinária com a religião católica.
d) construir a identidade nacional.
Correto. Ao citar o banquete contendo mandioca e canja à brasileira, demonstra elementos da culinária brasileira, construindo assim uma identidade.
e) humanizar o regime escravocrata.
Incorreto. Apesar de serem os escravos responsáveis pelas receitas em muitas vezes, no texto da questão não tem relação as receitas com a humanização dos escravos.