(ENEM/PPL - 2018)
Ao longo dos últimos 500 anos, o Brasil viu suas fronteiras do litoral expandirem-se para o interior. É apenas lógico que a Amazônia tenha sido a última fronteira a ser conquistada e submetida aos ditames da agricultura, pecuária, lavoura e silvicultura. A incorporação recente das áreas amazônicas à exploração capitalista tem resultado em implicações problemáticas, dentre elas a destruição do rico patrimônio natural da região.
NITSCH, M. O futuro da Amazônia: questões críticas, cenários críticos. Estudos Avançados, n. 46, dez. 2002.
Na situação descrita, a destruição do patrimônio natural dessa área destacada é explicada pelo(a)
distribuição da população ribeirinha.
patenteamento das espécies nativas.
expansão do transporte hidroviário.
desenvolvimento do agronegócio.
aumento da atividade turística.
Gabarito:
desenvolvimento do agronegócio.
a) Incorreta, pois, a população ribeirinha, mesmo se disseminando, não causa impactos ambientais tão intensos quanto agropecuaristas e garimpeiros da região amazônica.
b) Incorreta, pois, não há tal patenteamento sobre as espécies nativas, mas, apenas, a utilização das mesmas para a produção de outros produtos, mais complexos, patenteados, além disso, a utilização desses produtos amazônicos não é tão explorada, não sendo o maior problema atual.
c) Incorreta, pois, o transporte hidroviário não impacta intensamente o meio natural como é indicado no texto, logo, não chega a gerar destruição do patrimônio natural.
d) Correta, pois, o agronegócio, atualmente, é o maior desmatador da Floresta Amazônica, seguida do garimpo e da venda de madeira, gerando intensa destruição desse importante patrimônio natural.
e) Incorreta, pois, a atividade turística tem um impacto ambiental pequeno em relação a outras atividade mais impactantes.