(ENEM/PPL - 2018)
Os antigos filósofos, observando o grande volume de água de rios como o Nilo, Reno e outros, imaginavam que as chuvas eram insuficientes para alimentar tão consideráveis massas de água. Foi no século XVIII que Pierre Pernault mediu a quantidade de chuva durante três anos na cabeceira do rio Sena. Também mediu o volume de água do referido rio e chegou à conclusão de que apenas a sexta parte se escoava e o restante era evaporado.
LEINZ, V. Geologia geral. São Paulo: Editora Nacional, 1989 (adaptado).
A investigação feita por Pierre Pernault contribuiu diretamente para a explicação científica sobre
intemperismo químico.
rede de drenagem.
degelo de altitude.
erosão pluvial.
ciclo hidrológico.
Gabarito:
ciclo hidrológico.
a)Incorreta, pois, o estudo feito por Pierre Pernault está relacionado à precipitação e à evaporação da água das chuvas, o que não possui relação direta com o intemperismo químico, já que o mesmo refere-se às rochas que sofrem mudança química de sua constituição a partir da água das chuvas, utilizada como distrator da questão.
b)Incorreta, pois, a rede de drenagem refere-se, apenas, à drenagem da água do rio, sem relação direta com a chuva e com a evaporação da água.
c)Incorreta, pois, não foi citado degelo no texto, logo, o mesmo não está relacionado ao estudo do Pierre Pernault.
d)Incorreta, pois, a erosão pluvial está relacionada à degradação das rochas pela ação da chuva, o que não está relacionado com o estudo de Pierre Pernault, que é focado na dinâmica da água das chuvas e da evaporação na dinâmica dos rios.
e)Correta, pois, o ciclo hidrológico engloba, justamente, a chuva e a evaporação, que são os processos mais importantes do ciclo da água, que se refere ao ato da água ficar em um ciclo contínuo de evaporação -> precipitação -> evaporação, e o ciclo se repete.