(ENEM - 2018)
Em desenhos animados é comum vermos a personagem tentando impulsionar um barco soprando ar contra a vela para compensar a falta de vento. Algumas vezes usam o próprio fôlego. foles ou ventiladores. Estudantes de um laboratório didático resolveram investigar essa possibilidade. Para isso, usaram dois pequenos carros de plástico, A e B, instalaram sobre estes pequenas ventoinhas e fixaram verticalmente uma cartolina de curvatura parabólica para desempenhar uma função análoga à vela de um barco. No carro B inverteu-se o sentido da ventoinha e manteve-se a vela, a fim de manter as características físicas do barco, massa e formato da cartolina. As figuras representam os carros produzidos. A montagem do carro A busca simular a situação dos desenhos animados, pois a ventoinha está direcionada para a vela.
Com os carros orientados de acordo com as figuras, os estudantes ligaram as ventoinhas, aguardaram o fluxo de ar ficar permanente e determinaram os módulos das velocidades médias dos carros A (VA) e B (VB) para o mesmo intervalo de tempo.
A respeito das intensidades das velocidades médias e do sentido de movimento do carro A, os estudantes observaram que:
VA = 0; Vb > 0; o carro A não se move.
0 < VA < VB., o carro A se move para a direita.
0 < VA < Vb .; o carro A se move para a esquerda.
0 < Vb< VA; o carro A se move para a direita.
0 < V8 < VA; o carro A se move para a esquerda.
Gabarito:
0 < VA < VB., o carro A se move para a direita.
Na situação B temos o carro impulsionado pela força de reação da ventoinha. Na situação A, o carro é impulsionado pela força de ação da ventoinha, porém como a colisão com a cartolina é inelástica, apenas uma parte dessa força se converte em movimento para o carro, sendo assim, portanto menor do que na situação A.
O gabarito é letra B, o carro A se move para a direita porém com uma velocidade menor do que o carro B.