(ENEM/PPL - 2017) A aquisição de um telescópio deve levar em consideração diversos fatores, entre os quais estão o aumento angular, a resolução ou o poder de separação e a magnitude limite. O aumento angular informa quantas vezes mais próximo de nós percebemos o objeto observado e é calculado como sendo a razão entre as distâncias focais da objetiva (F1) e da ocular (F2) A resolução do telescópio (P) informa o menor ângulo que deve existir entre dois pontos observados para que seja possível distingui-los. A magnitude limite (M) indica o menor brilho que um telescópio pode captar. Os valores numéricos de P e M pelas expressões: e
em que D é o valor numérico do diâmetro da objetiva do telescópio, expresso em centímetro.
Disponível em: www.telescopiosastronomicos.com.br. Acesso em: 13 maio 2013 (adaptado).
Ao realizar a observação de um planeta distante e de baixa luminosidade, não se obteve uma imagem nítida. Para melhorar a qualidade dessa observação, os valores de D F1 e F2 devem ser, respectivamente,
aumentado, aumentado e diminuído.
aumentado, diminuído e aumentado
aumentado, diminuído e diminuído.
diminuído, aumentado e aumentado
diminuído, aumentado e diminuído
Gabarito:
aumentado, aumentado e diminuído.
Queremos observar um "planeta distante de de baixa luminosidade", então precisamos: um aumento (A) maior e que a magnitude limite (M) também seja maior.
O aumento é dado por então se o diâmetro
(diâmetro da objetiva) aumentar teremos
maior (distância focal da objetiva) e isso nos leva a um
maior. Porém, para isso realmente ser verificado é necessário diminuir
ou pelo menor mantê-lo inalterado, nesse caso se o diminuirmos o valor de
será ainda maior.
Olhando para a expressão da magnitude limite () sabemos que ela será maior para maiores valores de
.
Portando é necessário:
maior
maior
menor