(ENEM PPL - 2013)
O estudo do comportamento dos neurônios ao longo de nossa vida pode aumentar a possibilidade de cura do autismo, uma doença genética. A ilustração do experimento mostra a criação de neurônios normais a partir de células da pele de pacientes com autismo:

Analisando-se o experimento, a diferenciação de células-tronco em neurônios ocorre estimulada pela
extração e utilização de células da pele de um indivíduo portador da doença.
regressão das células epiteliais a células-tronco em um meio de cultura apropriado.
atividade genética natural do neurônio autista num meio de cultura semelhante ao cérebro.
aplicação de um fator de crescimento (hormônio IGF1) e do antibiótico Gentamicina no meio de cultura.
criação de um meio de cultura de células que imita o cérebro pela utilização de vitaminas e sais minerais.
Gabarito:
criação de um meio de cultura de células que imita o cérebro pela utilização de vitaminas e sais minerais.
a) Incorreta. A extração das células de pele não estimula a diferenciação. Sem a metodologia adequada, após a extração as células da pele continuarão como células da pele.
b) Incorreta. O processo de regressão estimula a transformação das células epiteliais em células-tronco, e não a diferenciação de células-tronco em células nervosas.
c) Incorreta. A atividade de um neurônio autista não estimula a diferenciação de células-tronco em células nervosas.
d) Incorreta. A aplicação desses fatores estimula o desenvolvimento normal do neurônio autista.
e) Correta. A diferenciação das células-tronco em neurônios é estimulada em um meio de cultura que imita o cérebro, além de conter vitaminas e sais minerais.