(ENEM - 2011) Um instituto de pesquisa norte-americano divulgou recentemente ter criado uma “célula sintética”, uma bactéria chamada de Mycoplasma mycoides. Os pesquisadores montaram uma sequência de nucleotídeos, que formam o único cromossomo dessa bactéria, o qual foi introduzido em outra espécie de bactéria, a Mycoplasma capricolum. Após a introdução, o cromossomo da M. capricolum foi neutralizado e o cromossomo artificial da M. mycoides começou a gerenciar a célula, produzindo suas proteínas.
GILBSON et al. Creation of a Bacterial Cell Controlled by a Chemically synthesized Genome.
Science v. 329, 2010 (adaptado).
A importância dessa inovação tecnológica para a comunidade científica se deve à
possibilidade de sequenciar os genomas de bactérias para serem usados como receptoras de cromossomos artificiais.
capacidade de criação, pela ciência, de novas formas de vida, utilizando substâncias como carboidratos e lipídios.
possibilidade de produção em massa da bactéria Mycoplasma capricolum para sua distribuição em ambientes naturais.
possibilidade de programar geneticamente microrganismos ou seres mais complexos para produzir medicamentos, vacinas e combustíveis
capacidade da bactéria Mycoplasma capricolum de expressar suas proteínas na bactéria sintética e estas serem usadas na indústria.
Gabarito:
possibilidade de programar geneticamente microrganismos ou seres mais complexos para produzir medicamentos, vacinas e combustíveis
A formação do OGM, se dá pela inserção de material genético de um organismo em outro. A ideia de inserir este material genético é que este indivíduo passe a sintetizar substâncias que podem ser de interesse econômico ou médico, como a produção de medicamentos, vacinas e combustíveis. Gabarito D.