(ENEM - 2011)
O vírus do papiloma humano (HPV, na sigla em inglês) causa o aparecimento de verrugas e infecção persistente, sendo o principal fator ambiental do câncer de colo de útero nas mulheres. O vírus pode entrar pela pele ou por mucosas do corpo, o qual desenvolve anticorpos contra a ameaça, embora em alguns casos a defesa natural do organismo não seja suficiente. Foi desenvolvida uma vacina contra o HPV, que reduz em até 90% as verrugas e 85,6% dos casos de infecção persistente em comparação com pessoas não vacinadas.
Disponível em: http://g1.globo.com. Acesso em: 12 jun. 2011.
O benefício da utilização dessa vacina é que pessoas vacinadas, em comparação com as não vacinadas, apresentam diferentes respostas ao vírus HPV em decorrência da
alta concentração de macrófagos.
elevada taxa de anticorpos específicos anti-HPV circulantes.
aumento na produção de hemácias após a infecção por vírus HPV.
rapidez na produção de altas concentrações de linfócitos matadores.
presença de células de memória que atuam na resposta secundária.
Gabarito:
presença de células de memória que atuam na resposta secundária.
a) Incorreta. A imunidade gerada por vacinas estimula a produção de linfócitos B, principalmente, o que forma a memória imunológica e a imunização.
b) Incorreta. Os níveis de anticorpos circulantes anti-HPV não ficam altos o tempo todo em pessoas imunizadas, mas se elevam rapidamente se essa pessoa entra em contato com o vírus HPV, já que existirá uma memória imunológica.
c) Incorreta. Não há alteração na produção de hemácias.
d) Incorreta. Os linfócitos matadores (T) não terão um grande aumento na produção, mas sim os linfócitos B.
e) Correta. A vacina contra HPV é administrada em três doses. As doses de reforço levam o organismo vacinado a produzir células de memória duradouras, que são os linfócitos B, capazes de produzir anticorpos anti-HPV de forma mais rápida e mais intensa.