(ENEM - 2009)
Gerente – Boa tarde. Em que eu posso ajudá-lo?
Cliente – Estou interessado em financiamento para compra de veículo.
Gerente – Nós dispomos de várias modalidades de crédito. O senhor é nosso cliente?
Cliente – Sou Júlio César Fontoura, também sou funcionário do banco.
Gerente – Julinho, é você, cara? Aqui é a Helena! Cê tá em Brasília? Pensei que você inda tivesse na agência de Uberlândia! Passa aqui pra gente conversar com calma.
BORTONI-RICARDO, S. M. Educação em língua materna. São Paulo: Parábola, 2004 (adaptado).
Na representação escrita da conversa telefônica entre a gerente do banco e o cliente, observa-se que a maneira de falar da gerente foi alterada de repente devido
à adequação de sua fala à conversa com um amigo, caracterizada pela informalidade.
à iniciativa do cliente em se apresentar como funcionário do banco.
ao fato de ambos terem nascido em Uberlândia (Minas Gerais).
à intimidade forçada pelo cliente ao fornecer seu nome completo.
ao seu interesse profissional em financiar o veículo de Júlio.
Gabarito:
à adequação de sua fala à conversa com um amigo, caracterizada pela informalidade.
a) Alternativa correta. A partir do momento em que a gerente percebe que conhece o cliente, ela muda sua maneira de conversar com ele.
b) Alternativa incorreta. Essa apresentação é o que leva ao reconhecimento, mas não o que muda a maneira de falar da gerente.
c) Alternativa incorreta. Não sabemos, a partir do texto, se algum deles é nascido em Uberlândia.
d) Alternativa incorreta. O fato de ele ter dado o nome completo não é o que leva à mudança da forma de falar.
e) Alternativa incorreta. O interesse pessoal/profissional não é o que leva à mudança da forma de falar.