(ENEM - 2009) Um novo método para produzir insulina artificial que utiliza tecnologia de DNA recombinante foi desenvolvido por pesquisadores do Departamento de Biologia Celular da Universidade de Brasília (UnB) em parceria com a iniciativa privada. Os pesquisadores modificaram geneticamente a bactéria Escherichia coli para torná-la capaz de sintetizar o hormônio. O processo permitiu fabricar insulina em maior quantidade e em apenas 30 dias, um terço do tempo necessário para obtê-la pelo método tradicional, que consiste na extração do hormônio a partir do pâncreas de animais abatidos.
Ciência Hoje, 24 abr. 2001.
Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br (adaptado).
A produção de insulina pela técnica do DNA recombinante tem, como consequência,
o aperfeiçoamento do processo de extração de insulina a partir do pâncreas suíno.
a seleção de microrganismos resistentes a antibióticos.
o progresso na técnica da síntese química de hormônios.
impacto favorável na saúde de indivíduos diabéticos.
a criação de animais transgênicos
Gabarito:
impacto favorável na saúde de indivíduos diabéticos.
a) Incorreta. A partir do uso da técnica citada, a extração da insulina deixou de ser do pâncreas suíno.
b) Incorreta. A técnica citada não torna as bactérias resistentes à antibióticos, mas sim cria bactérias que sintetizam insulina humana.
c) Incorreta. A síntese da insulina continua a ser biológica com a técnica citada, e não química. São as bactérias que sintetizam e excretam esse hormônio.
d) Correta. Ao receber a sequência de DNA codificante da insulina humana, as bactérias transgênicas modificadas passaram a produzir o hormônio humano que regula a glicemia.
e) Incorreta. Ocorreu a criação de bactérias transgênicas, mas não de animais.