(ENEM - 2000) Um boato tem um público-alvo e alastra-se com determinada rapidez. Em geral, essa rapidez é diretamente proporcional ao número de pessoas desse público que conhecem o boato e diretamente proporcional também ao número de pessoas que não o conhecem. Em outras palavras, sendo R a rapidez de propagação, P o público-alvo e x o número de pessoas que conhecem o boato, tem-se:
R(x) = k . x . (P - x), onde k é uma constante positiva característica do boato.
Considerando o modelo acima descrito, se o público-alvo é de 44.000 pessoas, então a máxima rapidez de propagação ocorrerá quando o boato for conhecido por um número de pessoas igual a:
11.000.
22.000.
33.000.
38.000.
44.000.
Gabarito:
22.000.
Temos a função R(x) = k . x . (P - x) = k . x . P - k . x2.
É dito na questão que são 44000 pessoas. A questão também fala "a máxima rapidez de propagação" e isto significa que a questão quer que achemos o número de poessoas que sabem do boato, ou seja, x, quando o máximo dessa função R(x) ocorre.
Em outras palavras, a questão quer a abscissa do vértice de R(x) que é dado pela fórmula:
Considerando que a função R(x) = k . x . P - k . x2 tem como coeficientes e
, conforme o modo tradicional de se ver equações do segundo grau,
:
Logo, quando R(x) é máximo, ou seja, a rapidez de propagação é máxima, o número de pessoas que sabem do boato é P/2 = 44000 / 2 = 22000.
A resposta é Letra B.